Música
O pianista, compositor e arranjador Cristovão Bastos e o saxofonista e flautista Mauro Senise são amigos de longa data. E esta amizade, claro, transbordou para a Música. Senise participou de vários projetos de Cristovão, como o CD Avenida Brasil. Já Cristovão tocou e escreveu arranjos para muitos projetos de Senise, como os CDs Ilusão à toa, que celebra a música de Johnny Alf, e Amor até o fim, uma releitura instrumental de clássicos de Gilberto Gil.
Em 2024, Cristovão e Mauro acharam que já era hora de formarem um duo e a novidade se iniciou com o lançamento do CD Choro Negro, uma interpretação instrumental da obra de Paulinho da Viola. Este projeto foi indicado para o Latin Grammy 2024 na categoria de Melhor Álbum Instrumental.
No mesmo ano, Cristovão e Mauro convidaram o violonista e guitarrista Romero Lubambo para formarem um trio e gravarem o CD Lembrando Garoto, justa homenagem a este grande compositor e violonista, por muitos considerado o inventor do moderno violão brasileiro e um dos precursores da Bossa Nova. Em 2025, celebrado pela crítica, este projeto tem lotado os teatros onde é apresentado pelo trio.
Agora, um pequeno desejo de Cristovão e Senise se realiza: apresentar no simpático e afetivo Café Fon Fon algumas das canções que uniram esses dois amigos em vários projetos ao longo de todos esses anos.
No repertório, “O que é amar” e “Sonhos e fantasias”, do mestre Johnny Alf, a quem Tom Jobim só chamava de Gênio Alf, “Coração leviano”, “Sarau para Radamés” e “Não me digas não”, do mestre Paulinho da Viola. Esta última canção, uma parceria do Cristovão com Paulinho. Também no show, “Duas contas” e “Benny Goodman no Choro”, dois clássicos de Garoto, e, não podia faltar, “Sem palavras” e “O galo fugiu”, duas composições do genial Cristovão Bastos.
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